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Minhas incursões
musicais Cada vez tenho ouvido mais sambas. Ando bebendo bastante das mais diversas fontes sambísticas e carnavalescas. Dos já saudosos Donga, Ismael Silva e Cartola passando pelos felizmente ainda vivos Chico Buarque, Paulo César Pinheiro e Moacyr Luz até aos novíssimos talentos como Moyseis Marques. Fracassos @ É pra lá de lamentável que além de falarem “menas”, muitos advogados são de porta de cadeia ou de patota... @ Tem gente que muda tanto os móveis de lugar em sua casa que só pode ser dominada por um “caboclo arrumador”! @ Festejar aniversário de uma criança num salão de beleza só se explica como treinamento para “aprendiz de perua”, não? @ Os pais e as mães precisam ter menos filhos porque não é nem um pouco interessante ficarem terceirizando suas educações. @ Enquanto no Brasil não costumam ser bem aceitas licenças poéticas, as licenças remuneradas para os políticos proliferam em ritmo pra lá de geométrico. |
Chá de Cadeira
Continua disponível para os leitores o e-mail marcelosampaio@carnavaldecampos.com.br. Enviem sugestões tanto de sabores como de pessoas dos nossos chás. Suas participações são importantes. A indicação dessa semana é: Tomem chá de carapilva, o chá que tomam os que esperam ansiosamente pela queda do Orlando Silva! 182 edições
Meio que aos trancos e barrancos cheguei a 182ª edição da coluna “No Mau Sentido”, o espaço de humor do Jornal Multimídia. Como é mais um múltiplo do cabalístico número 7, aproveito a oportunidade para escrever sobre o que tenho escrito... Desta feita, inclusive, vai ser a respeito do que não ando escrevendo. Isso porque “furei” algumas vezes com o editor-chefe Antônio Filho. Como os referidos “furos” negativos não tiveram explicações muito convincentes, merecem no mínimo as minhas desculpas públicas! Espaço Trash Em entrevista durante a Copa das Confederações na África do Sul Felipe Melo declarou que nunca viu nenhuma imagem dos jogos do Brasil, quando foi tricampeão da Copa do Mundo de 1970 no México. |
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“Nunca fomos catequizados, fizemos carnaval”. Oswald de Andrade |